domingo, 20 de novembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Como Reduzir a mortalidade (Falência) das empresas.

                                   

Nesse vídeo trabalho várias dicas de como reduzir a falência das empresas.

Caso tenha interesse de abrir o seu próprio negócio esse vídeo pode ajudá-lo muito.

sábado, 3 de setembro de 2011

Capacitação faz taxa de mortalidade de pequenas empresas diminuir.

Mortalidade As micro e pequenas empresas conseguiram melhorar sua sobrevida. De acordo com a pesquisa realizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), divulgada nesta quarta-feira (25/08), 58% das empresas de pequeno porte fecham as portas antes de completar cinco anos. Apesar de ser um índice alto, o estudo mostra uma queda elevada quando comparado com 2000. Naquele ano, a taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas chegava a 71% nos primeiros cinco anos de existência.
Em relação ao ano passado, o novo estudo mostra também uma melhora, quando 62% das empresas não estavam mais em atividade após cinco anos de existência. A mortalidade no primeiro ano de vida, porém, manteve-se estável em 27%, quando comparada com o estudo do ano anterior.
Um dos motivos apontados pela pesquisa para a redução da taxa de mortalidade é a melhora no perfil do gestor. Além de buscar cursos de aperfeiçoamento, os aspirantes a empresários optaram por empreender com um grau de escolaridade mais elevado em comparação com o ano de 2000. Segundo o levantamento, 83% dos que abriram empresa em 2007 possuem o ensino médio completo ou mais, ante 70% em 2000.
O maior grau de escolaridade permitiu que os empreendedores pudessem planejar melhor as suas atividades antes de iniciar o negócio. Segundo o levantamento, os proprietários de empresas constituídas em 2007 levaram, em média, nove meses traçando suas atividades, ante sete meses apontados na pesquisa do ano 2000. Este planejamento permitiu uma melhora na gestão básica das empresas: em 2000, 72% dos empreendedores acompanhavam constantemente a evolução das receitas e despesas (fluxo de caixa), este índice subiu para 77% em 2007. Em 2007, 95% dos empresários apostavam na inovação e no aperfeiçoamento de produtos e serviços, ante 79% em 2000.
O crescimento da economia brasileira também favoreceu a diminuição da mortalidade empresarial. Fatores econômicos como a manutenção do controle da inflação permitiram a melhora do indicador de obtenção de empréstimos para abrir uma empresa. Este índice subiu de 6% em 2000 para 14% em 2007, segundo informou o Sebrae.
Motivos do fechamento
A pesquisa do Sebrae apontou diversos fatores que causaram o fechamento das empresas. Os principais são a ausência de comportamento empreendedor e planejamento prévio adequado por parte do empresário, insuficiência de políticas públicas de apoio aos pequenos negócios, deficiências no processo de gestão empresarial, além de dificuldades econômicas e os impactos de problemas pessoais sobre o negócio.
Os empreendedores revelaram que a falta de clientes (citada por 29%) e capital (21%), concorrência (5%), burocracia e os impostos (7%) são os obstáculos encontrados no primeiro ano de atividade. Sobre a forma de obter financiamento para montar os negócios, entre 2003 e 2007, foi apontado o uso de recursos próprios, seguido por empréstimos em bancos, negociação de prazos com fornecedores e cartão de crédito.
O estudo mostra que 84 mil empresas fecham anualmente, o que representa 348 mil ocupações a menos, uma perda de faturamento da ordem de R$ 18,2 bilhões.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ESPECIAL PHILIP KOTLER

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Especial Philip Kotler

http://www.youtube.com/watch?v=eyUlPe4KL0c&feature=related

domingo, 14 de agosto de 2011

Exemplo de Determinação, Força de Vontade e Busca de Oportunidade

http://www.youtube.com/watch?v=O-bPWzl0khY&feature=related

Na História de Nick Vujicic podemos perceber um exemplo de Determinação, Força de Vontade e Busca de Oportunidade.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

AUDITORIA INTERNA X AUDITORIA EXTERNA .

 

 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Auto-regularização: Evite pendências com a Receita Federal.

A ferramenta da auto-regularização permite ao contribuinte acompanhar o processamento da sua declaração de imposto de renda, verificar a existência de pendências e corrigir eventuais dados incorretos. Tudo isso pode ser feito pelo próprio contribuinte e sem a necessidade de se deslocar a uma unidade de atendimento.

Atualmente, o atendimento virtual ocorre por intermédio do portal e-CAC e já representa quase 80% do total prestado pela Receita. O portal oferece diversas funcionalidades, contudo, a mais procurada é a Consulta ao Extrato da Declaração IRPF. Somente nos meses de abril e maio as consultas a esse serviço ultrapassaram a marca de 2 milhões, o que representa cerca de 30% do total de serviços do e-CAC.

Para utilizar essas ferramentas é necessário certificação digital ou código de acesso que pode ser obtido no sítio da Receita Federal. O número de códigos de acesso gerados atualmente chega a quase 15 milhões, sendo que 12 milhões são relativos a Pessoas Físicas.

2º Lote de restituição do IRPF
Estão no 2º lote de restituição do imposto de renda da pessoa física (exercício 2011) um total de 1.646.075 contribuintes, totalizando R$ 1.909.294.635,96, já acrescidos da taxa selic de 2,95 % (maio a julho de 2011). Desse montante, 24.015 referem-se aos contribuintes de que trata o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), totalizando R$ 66.716.797,69.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://www.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Refis da Crise: Cerca de 212 mil empresas devem parcelar os débitos até o dia 29 de julho de 2011

Neste mês de julho cerca de 212 mil pessoas jurídicas deverão negociar seus débitos. Este grupo é formado pelas empresas que não estavam incluídas na etapa que terminou dia 30 de junho. Entre os optantes que deverão consolidar seus débitos agora estão os que optaram pela tributação com base no lucro real para o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido do ano-calendário de 2009 e órgãos públicos.

A empresa que perder o prazo terá os valores cobrados sem os benefícios do parcelamento – redução das multas em até 90% e dos juros da dívida em até 40%. Só conseguirá consolidar os débitos quem estiver em dia com os pagamentos mensais. Quem tiver parcelas anteriores não pagas, deve quitá-las até três dias antes do fim do prazo, ou seja, até 26/07.

O débito potencial desse segundo grupo é de R$ 117 bilhões.

Os procedimentos para a consolidação dos parcelamentos deverão ser realizados pelas pessoas jurídicas exclusivamente nos sítios da RFB ou PGFN na Internet, respectivamente, nos endereços ou , até as 21 (vinte e uma) horas (horário de Brasília) do dia 29 de julho.

Para orientação aos contribuintes, a RFB e a PGFN elaboraram manuais escritos (chamados “Passo a Passo”) e produziram vídeos que detalham os procedimentos a serem executados pelos optantes. Os vídeos e os manuais também estão disponíveis na internet, com acesso livre a todos os contribuintes.

O acesso aos serviços referentes às opções da Lei nº 11.941, de 2009 por meio do e-CAC, inclusive para a consolidação dos parcelamentos, é controlado por código de acesso ou certificado digital do contribuinte optante.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Câmara aprova reajuste de 4,5% na tabela do Imposto de Renda; MP vai para o Senado...


O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (5) a medida provisória que reajusta em 4,5% a tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). A medida agora será enviada ao Senado.

Com isso, a faixa de renda isenta passará de R$ 1.499,15 para R$ 1.566,61 em 2011 (nas declarações a serem entregues em 2012, portanto). O índice de reajuste proposto pelo governo corresponde à meta de inflação que o governo estipula desde 2006.

Foi rejeitada na Câmara a emenda do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), que pretendia acabar com o limite de dedução de despesas com educação na declaração de ajuste anual.

A MP do governo determina que a correção de 4,5% seja feita até 2014. Estima-se que , em quatro anos, o governo deixará de arrecadar R$ 9,37 bilhões com o reajuste. A oposição tentava aprovar um reajuste de 5,9% na tabela.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Os objetivos da Auditoria....


Os objetivos da Auditoria e examina a legalidade dos registros e das demonstrações contábeis e seus reflexos sobre o patrimônio nos diversos aspectos:
• Administrativo - auxiliar para a minimização da ineficiência;
• Patrimonial - melhorar o controle de bens, direitos e obrigações;
• Fiscal - cumprimento da legislação fiscal;
• Técnico - eficiência dos serviços contábeis;
• Financeiro - proteger créditos de terceiros contra irregularidades;
• Econômico - maior exatidão no resultado;
• Ético- moralidade dos atos praticados.
Conforme Franco e Marra, (2000, p. 30), “... A Auditoria completa valoriza a Contabilidade, pois fiscaliza o controle do objeto comum o patrimônio... atestando a adequação dos registros e informando as deficiências observadas”.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

Orçamento Empresarial ….

 

                         orcamento

Download : Apostila do Curso de Orçamento Empresarial.

 

A Arte da Propaganda …

 

O cliente é o chefe!

Kotler

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Briga de Gigantes : Disputa no Mercado Varejo

O dono do Pão de Açúcar nunca perdeu uma grande briga. Agora, luta contra o sócio francês Casino e propõe uma sociedade ao inimigo Carrefour para continuar dando as cartas no mercado de varejo brasileiro.
Assim que concluiu a compra de 51% da Casas Bahia, em dezembro de 2009, o empresário paulista Abilio Diniz, 74 anos, fechou-se em uma sala e fez uma teleconferência para comemorar o negócio com o seu sócio Jean-Charles Naouri, presidente da rede francesa de supermercados Casino. Do outro lado do Atlântico, Naouri, 62 anos, presidente do Casino, chegou a dizer, na época, que abriria um vinho na primeira oportunidade que Diniz estivesse na capital francesa para celebrar o negócio. Dois anos depois, o idílio corporativo ficou para trás. Na terça-feira 27, após três horas de espera na Avenue Kléber, número 58, em Saint-Étienne, onde fica a sede do Casino, Diniz voltou para o Brasil em seu jatinho particular, sem ser recebido por Naouri.

Mas não voltou de mãos abanando. Um dia antes, ele havia se encontrado com Lars Olofsson, presidente mundial do Carrefour, e fechado os detalhes de um ousado plano para unir as operações do grupo Pão de Açúcar no Brasil com as do arquirrival do Casino na França, o que por si só explica o chá de cadeira que o sócio impôs ao brasileiro. “A operação, se aprovada, fortalecerá e consolidará o Pão de Açúcar na liderança do setor de varejo brasileiro”, afirmou Diniz à DINHEIRO (leia entrevista ao final da matéria).



O que Naouri não quis ouvir da boca do próprio Diniz são os detalhes da engenhosa estratégia de fusão que começou a ser desenhada em 2009, quando o empresário brasileiro iniciou uma aproximação com os controladores do Carrefour, segundo fontes que participaram da negociação. Ao longo de 2010, Diniz teve vários encontros secretos com os acionistas da rede francesa, que ajudaram a formular a proposta de união global. De forma resumida, seria formada uma holding batizada de Gama, que teria como sócios os atuais acionistas do Pão de Açúcar (família Diniz e Casino), o BNDESPar, braço de investimentos do BNDES, e o banco BTG Pactual.

Estes dois últimos aportariam R$ 3,9 bilhões e R$ 690 milhões, respectivamente, por 21% do Novo Pão de Açúcar (NPA), empresa que seria listada na Bovespa e absorveria as operações do Carrefour no Brasil. O Carrefour da França deteria 50% do NPA. Os brasileiros, em contrapartida, passariam a ter uma fatia de 11,7% do Carrefour mundial, que poderia chegar até 18% ao longo do tempo. Nessa engenharia, Diniz passaria a deter, de forma direta e indireta, 17% do Novo Pão de Açúcar. A rede francesa Casino, 29%. “Não é uma proposta hostil, pois está sujeita à aprovação das duas empresas”, afirmou Pércio de Souza, sócio da butique financeira Estáter, que estruturou a fusão, representando Diniz. “Achamos que o resultado gera um valor enorme para as duas empresas. É uma operação ganha-ganha.”

Briga de Gigantes : Disputa no Mercado Varejo

O dono do Pão de Açúcar nunca perdeu uma grande briga. Agora, luta contra o sócio francês Casino e propõe uma sociedade ao inimigo Carrefour para continuar dando as cartas no mercado de varejo brasileiro.
Assim que concluiu a compra de 51% da Casas Bahia, em dezembro de 2009, o empresário paulista Abilio Diniz, 74 anos, fechou-se em uma sala e fez uma teleconferência para comemorar o negócio com o seu sócio Jean-Charles Naouri, presidente da rede francesa de supermercados Casino. Do outro lado do Atlântico, Naouri, 62 anos, presidente do Casino, chegou a dizer, na época, que abriria um vinho na primeira oportunidade que Diniz estivesse na capital francesa para celebrar o negócio. Dois anos depois, o idílio corporativo ficou para trás. Na terça-feira 27, após três horas de espera na Avenue Kléber, número 58, em Saint-Étienne, onde fica a sede do Casino, Diniz voltou para o Brasil em seu jatinho particular, sem ser recebido por Naouri.

Mas não voltou de mãos abanando. Um dia antes, ele havia se encontrado com Lars Olofsson, presidente mundial do Carrefour, e fechado os detalhes de um ousado plano para unir as operações do grupo Pão de Açúcar no Brasil com as do arquirrival do Casino na França, o que por si só explica o chá de cadeira que o sócio impôs ao brasileiro. “A operação, se aprovada, fortalecerá e consolidará o Pão de Açúcar na liderança do setor de varejo brasileiro”, afirmou Diniz à DINHEIRO (leia entrevista ao final da matéria).



O que Naouri não quis ouvir da boca do próprio Diniz são os detalhes da engenhosa estratégia de fusão que começou a ser desenhada em 2009, quando o empresário brasileiro iniciou uma aproximação com os controladores do Carrefour, segundo fontes que participaram da negociação. Ao longo de 2010, Diniz teve vários encontros secretos com os acionistas da rede francesa, que ajudaram a formular a proposta de união global. De forma resumida, seria formada uma holding batizada de Gama, que teria como sócios os atuais acionistas do Pão de Açúcar (família Diniz e Casino), o BNDESPar, braço de investimentos do BNDES, e o banco BTG Pactual.

Estes dois últimos aportariam R$ 3,9 bilhões e R$ 690 milhões, respectivamente, por 21% do Novo Pão de Açúcar (NPA), empresa que seria listada na Bovespa e absorveria as operações do Carrefour no Brasil. O Carrefour da França deteria 50% do NPA. Os brasileiros, em contrapartida, passariam a ter uma fatia de 11,7% do Carrefour mundial, que poderia chegar até 18% ao longo do tempo. Nessa engenharia, Diniz passaria a deter, de forma direta e indireta, 17% do Novo Pão de Açúcar. A rede francesa Casino, 29%. “Não é uma proposta hostil, pois está sujeita à aprovação das duas empresas”, afirmou Pércio de Souza, sócio da butique financeira Estáter, que estruturou a fusão, representando Diniz. “Achamos que o resultado gera um valor enorme para as duas empresas. É uma operação ganha-ganha.”

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

EU JÁ SABIA ....Crise afunda Dubai na decadência !

Crise afunda Dubai na decadência

Cidade-símbolo do capitalismo árabe está à beira de tornar-se uma cidade fantasma

Robert Worth, NYT, DUBAI

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Sofia, uma francesa de 34 anos, mudou-se para cá há um ano para assumir um emprego em publicidade. Confiante na economia exuberante de Dubai, comprou um apartamento por quase US$ 300 mil com uma hipoteca de 15 anos.

Agora, como muitos trabalhadores estrangeiros que compõem quase 90% da população local, ela foi dispensada e enfrenta a perspectiva de ser obrigada a abandonar o Golfo Pérsico - ou pior.

"Estou realmente assustada com o que poderia acontecer, porque comprei um imóvel aqui", disse Sofia, que pediu para seu sobrenome não ser divulgado pois está procurando um novo emprego. "Se não conseguir pagar, disseram-me que poderia acabar na prisão para devedores."

Com a economia de Dubai em queda livre, os jornais noticiaram que mais de 3 mil carros estão abandonados no estacionamento do aeroporto de Dubai, deixados por estrangeiros endividados em fuga (que poderiam, de fato, ser presos se não pagassem suas contas). Comenta-se que alguns têm cartões de crédito estourados e notas de desculpa pregados com adesivo no para-brisa.

O governo diz que os números reais são muito menores. No entanto, as histórias contêm pelo menos uma pitada de verdade: os desempregados aqui perdem seus vistos de trabalho e, então, precisam deixar o país no prazo de um mês.

Isso, por sua vez, reduz gastos, cria vacância em moradias e faz baixar o preço dos imóveis em uma espiral descendente que deixou partes de Dubai - que já foi saudada como a superpotência econômica do Oriente Médio - parecendo uma cidade fantasma.

Em vez de aumentar a transparência sobre a situação, os Emirados Árabes Unidos (EAU) vão na direção oposta. Um novo projeto de lei sobre a mídia tornaria crime prejudicar a reputação ou a economia do país, punível com multas de até 1 milhão de dirhans (cerca US$ 272 mil).

Alguns dizem que isso já está tendo um efeito paralisante sobre o noticiário da crise. No mês passado, jornais locais noticiariam que Dubai estava cancelando 1.500 vistos de trabalho por dia, citando fontes governamentais anônimas.

Questionado sobre o número, Humaid bin Dimas, um porta-voz do Ministério do Trabalho dos Emirados, disse que não confirmaria nem negaria, e não quis comentar mais o assunto. Alguns dizem que o número real é bem maior.

Algumas coisas estão claras, contudo. Os preços dos imóveis, que subiram dramaticamente durante os seis anos de boom de Dubai, caíram 30% ou mais nos últimos dois ou três meses em algumas partes da cidade.

Há tantos carros de luxo à venda que eles, às vezes, são vendidos por 40% do preço pedido há dois meses, segundo revendedores de veículos usados. A maioria das ruas de Dubai, normalmente com tráfego pesado nesta época do ano, agora está vazia.

Alguns analistas afirmam que a crise não durará muito nos sete emirados que compõem os EAU, nos quais Dubai sempre fez o papel de irmão mais novo e rebelde que confronta a capital Abu Dabi, rica em petróleo e mais conservadora. O problema é que, até agora, a capital só ofereceu ajuda financeira para seus próprios bancos, ignorando o drama da cidade mais populosa do país.

Para muitos estrangeiros, Dubai parecia, no início, um refúgio relativamente isolado do pânico que começou a atingir o restante do mundo no segundo semestre do ano passado. O Golfo Pérsico está calçado por uma vasta riqueza de petróleo e gás, e algumas pessoas que perderam seus empregos em Nova York e Londres começaram a procurá-los aqui.

Entretanto, Dubai, diferentemente de Abu Dabi ou dos vizinhos Catar e Arábia Saudita, não tem seu próprio petróleo, e construiu sua reputação com imóveis, finanças e turismo.

Agora, muitos expatriados falam de Dubai como se ele tivesse sido um engodo o tempo todo. Rumores espalham-se rapidamente: a Palm Jumeira, a ilha artificial que é um dos marcos dos empreendimentos imobiliários da cidade, estaria afundando, e quando se abrem as torneiras nos hotéis construídos sobre ela, só saem baratas.

Hamza Thiab, um iraquiano de 27 anos que se mudou de Bagdá para cá em 2005, perdeu seu emprego em uma empresa de engenharia há seis semanas. Se não encontrar um trabalho até o fim de fevereiro, terá de partir. "Estou procurando há três meses, e só fiz duas entrevistas", disse ele.

"Antes, a gente abria os jornais e via dezenas de empregos. Antes, muitos de nós estavam levando uma boa vida aqui. Agora, não conseguimos sequer pagar nossos empréstimos. Ficamos apenas dormindo, fumando, tomando café e tendo dores de cabeça por causa da situação."

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Debêntures: "boa opção de investimento, mas é preciso atenção", alerta Anbid

O número de pessoas físicas investindo em debêntures aumentou significativamente nos últimos seis meses. Dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) mostram que, em 2008, apenas 34 pessoas em todo o Brasil investiram nessa modalidade, contra 4.404 só nos seis primeiros meses deste ano.
Para o vice-presidente da entidade, Alberto Kiraly, isso acontece porque as debêntures se tornaram boas opções de investimento, em um momento que a diversificação é fundamental.
"A Selic está em 8,75% ao ano, ou seja, o menor patamar já alcançado pela taxa básica brasileira de juros. Com isso, os investidores estão tendo menos rentabilidade em renda fixa, o que faz com que eles procurem outros investimentos. Vivemos um cenário em que não dá mais para colocar o dinheiro em um fundo, sentar e esperar render. É preciso colocar o dinheiro para trabalhar. E diante dessa nova realidade, as debêntures surgem como boas opções também para a pessoa física".
Popularidade
Ainda pouco conhecidas das pessoas físicas, as debêntures são títulos de renda fixa de longo prazo, emitidos por empresas, e podem ou não ter como garantia algum tipo de ativo. Sua finalidade principal é financiar os projetos de investimento ou alongar dívidas da empresa.
Por essas características, o executivo alerta que há cuidados extras que devem ser adotados na hora de optar por esse tipo de investimento. "É preciso, primeiro, ter em mente que esse é um investimento de longo prazo, sem liquidez diária. Portanto, o investidor que aloca recursos em debêntures precisa estar preparado para carregar o papel por dois ou três anos. Se ele quiser - ou precisar - vender antes, estará sujeito ao preço do mercado secundário", explica.
Além disso, Kiraly explica que a pessoa física que for investir em debêntures precisa estudar a empresa que está emitindo os títulos.
"É uma operação bastante parecida com a compra de uma ação, embora os riscos sejam outros. Portanto, é fundamental ler o prospecto, conhecer a empresa e as perspectivas dela. O trabalho é bastante grande. Se a pessoa não se sente preparada, minha sugestão é que ela deixe na mão de um gestor para que ele coloque o dinheiro em fundos que possuam esses papéis. É fundamental, antes de qualquer investimento, saber o que se está comprando".
Atratividade
Ainda segundo o vice-presidente, outros fatores têm feito das debêntures um investimento atrativo: "O mercado hoje está mais seletivo, com empresas com bom risco de crédito, que têm visibilidade maior e fluxo de caixa estável".
Kiraly explica ainda que os papéis oferecem taxas atrativas, superiores aos investimentos atrelados à taxa Selic e ao rendimento pago pelos Certificados de Depósito Bancário (CDB). "O retorno da primeira série de distribuição da Telemar, no início do ano, por exemplo, com prazo de dois anos, era de 115% do CDI, enquanto que a taxa da segunda, com prazo de três anos, foi de 120% do CDI".
Além disso, as empresas passaram a formatar suas operações com o objetivo de atrair esse público. "Hoje o valor nominal das debêntures gira em torno de R$ 1 mil, antes era de R$ 10 mil ou R$ 20 mil. Agora as companhias oferecem lotes menores, porque elas sabem que, para a pessoa física participar, essa formatação é importante", finaliza.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Vale apena ler ou Ouvir ”O Melhor de Max Gehringer na CBN “ os interessados no livro poderão baixar de forma gratuita.

Vale apena ler ou Ouvir ”O Melhor de Max Gehringer na CBN “ os interessados no livro poderão baixar de forma gratuita.
OBS: O autor liberou os direitos autorais desse livro para divulgação.
Cadastre no grupo Emprego.ce e receba o livro gratuitamente
E-mail: emprego.ce@gmail.com
Marcadores: Audibook, Auto Ajuda, Livros
Titulo: O Melhor de Max Gehringer na CBNAutor: Max GehringerGênero: Recursos HumanosEditora: Globo
O que você nunca deve dizer para o seu chefe? O que você deve dizer? Sabe aquele cara do escritório, o "bonzinho" que nunca é demitido? Como se comportar numa entrevista de emprego? Você sabe como identificar o cargo de um funcionário pela quantidade de papéis que ele carrega?
Dúvidas e perguntas como estas, extraídas da vida corporativa, estão presentes em O melhor de Max Gehringer na CBN- 120 conselhos sobre carreira, currículo, comportamento e liderança, novo lançamento da Editora Globo.
Apresentando dicas precisas, como o tempo que uma reunião deve durar, o livro reúne, na íntegra, os comentários de Max Gehringer que mais geraram reações entre os ouvintes, divididos em onze capítulos temáticos, que abordam a cartilha básica do mundo das empresas através do humor e da sagacidade típicos do escritor. Max descreve situações relacionadas à recolocação profissional, os problemas encontrados nas dinâmicas de grupo, além de casos e tendências que provocam novas reflexões sobre o universo corporativo.
Perspicaz e atento, Max, que além dos comentários na CBN escreve para a Revista Época e é um dos nossos mais requisitados palestrantes, narra com franqueza as práticas empresariais, sem fantasiar a seu respeito, sem disfarçar a forma como as relações são constituídas. Foge assim, da exagerada opulência dos discursos corporativos, sem glamourizar ou diminuir esse tipo de atividade, apenas demonstrando exatamente que, como toda experiência humana, esta é uma aventura repleta de oscilações e inconstâncias.
E, como pode ser verificado através do retorno dos ouvintes, suas idéias atingem diversos perfis etários, de jovens prestes a ingressar no mercado de trabalho a experientes profissionais satisfeitos com seus empregos, sem deixar de apontar um fato irrefutável: os empregos estão acabando e as formas de trabalho, como as concebemos, estão em processo de extinção.
Nessa edição, que tem encartado um cd com o áudio original de alguns dos comentários, Max dá novamente mostras de seus diversos talentos. Seu faro por bons temas, sua incrível capacidade de aplicar dados e estatísticas e desafiar conceitos, tudo o que torna seus comentários fáceis de ler, prazerosos de ouvir, divertindo enquanto informam, informando enquanto fazem pensar.

Olá amigo visitante é um prazer receber sua visita em meu Blogger.

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